Dona Beja

Dona Beja

A história da Cachaça Dona Beja remonta a 1884, quando era produzida em um engenho localizado em Morrinhos, interior de Goiás. O engenho pertencia à família de Disa Maria Morais Marques, mãe de Mário Morais Marques, o atual proprietário da Dona Beja. Naquela época, a cachaça era conhecida como Cachaça Rainha. Em 1970, Virgílio Marques, esposo de Disa Maria, recebeu dos familiares os ensinamentos e segredos da fabricação e envelhecimento da cachaça, dando continuidade à tradição. Utilizando a mesma receita, ele assumiu a produção do engenho e renomeou a cachaça para Cachaça do Virgílio. Desde criança, Mario demonstrava interesse em auxiliar o alambiqueiro nos processos de produção, lavando garrafas, limpando o chão, engarrafando a bebida e moendo a cana-de-açúcar. Ele sempre foi fascinado por testemunhar a transformação da garapa em uma bebida tão especial. Em 1992, já em Araxá, Minas Gerais, Mario deu continuidade ao processo centenário e rebatizou a cachaça como Cachaça Dona Beja. Desde então, ele tem se dedicado à divulgação e ao fortalecimento desse produto. A cachaça não se destaca apenas por ser produzida com base em uma receita e em um alambique centenário, mas também por sua tradição, valores familiares, processo de produção, segredos de envelhecimento e cuidados com a higienização. Além disso, a paixão com que o produto é concebido tem como único objetivo agradar os clientes da Dona Beja.

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